São Paulo, 26 de Julho de 2017

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8 dicas para comprar e vender títulos públicos do Tesouro
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Com possibilidade de resgatar diariamente o valor investido, aplicação fica mais atraente. Especialistas listam os cuidados básicos na hora de comprar e vender

Com o objetivo de atrair poupadores, o site de negociação de títulos públicos do Tesouro Nacional - o Tesouro Direto - foi reformulado e já está com nova cara desde o início deste mês. Especialistas reuniram dicas para o pequeno poupador operar a compra e venda de títulos, aproveitando bem essas mudanças.

A principal delas é a liquidez diária, ou seja, a possibilidade de venda do título, em caso de necessidade, todos os dias, das 18h até às 5h do dia seguinte. Antes, as vendas só podiam ocorrer às quartas-feiras.

Esta mudança aproxima a aplicação em títulos públicos de outros produtos do mercado, como os próprios fundos de investimento de renda fixa. Uma das vantagens do programa é a possibilidade de comprar, pela internet, títulos da dívida pública brasileira com, no mínimo, R$ 30.

No entanto, é preciso prestar atenção à incidência de impostos na operação. Mesmo com essa facilidade, a ideia é que a aplicação seja planejada. 

Além disso, o site do Tesouro Direto foi reformulado e o processo de compra e venda ficou mais didático, inclusive com a simplificação dos nomes dos títulos negociados e suas informações sobre rentabilidade, fluxo de remuneração e vencimento.
 
Para operar no Tesouro Direto é preciso ter conta em uma corretora de valores. Criada em 2002, essa aplicação atingiu o volume investido de R$ 15,3 bilhões em dezembro do ano passado, uma alta de 34,23% sobre o mesmo mês de 2013. No ano passado, o Tesouro ultrapassou a barreira de mais de 400 mil investidores. 

Com essas mudanças, Mauro Calil, especialista em investimentos do banco Ourinvest, e Pedro Raffy Vartanian, professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, selecionaram oito recomendações para fazer bons negócios com títulos do Tesouro Nacional.  
 

 



Os títulos mais procurados pelos investidores foram os vinculados à taxa Selic (juros básicos da economia), que concentraram 44,3% das vendas

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Após atingir R$ 43,6 bilhões em março, as aplicações chegaram a R$ 44,6 bilhões em abril

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Valor representa um crescimento de 53,2% em relação a igual mês do ano passado

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