Cresce número de consultas ao SCPC de pompeia


Rinaldo José Traskini, presidente da ACE de Pompeia, comenta o crescimento nas consultas ao SCPC pompeense


  Por Redação Facesp 19 de Abril de 2017 às 00:00

  | Da equipe de comunicação da Federação das Associações Comerciais do Estado de S.Paulo


Em momentos de dificuldade no crescimento do volume de vendas no comércio da cidade de Pompeia, os lojistas estão consultando mais o banco de dados da entidade ao acessar o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Pompeia. “Isto quer dizer que os lojistas estão tentando se proteger da inadimplência”, disse o presidente da associação comercial local, Rinaldo José Traskini, ao avaliar os números do SCPC da ACE de Pompeia. “No trimestre o mês de março superou os três mil acessos”, apontou o dirigente pompeense, ao observar os 3.078 acessos realizados em março, superandos os meses de janeiro e fevereiro.

De acordo com o presidente da associação comercial o mês de janeiro assinalou 2.535 acessos, enquanto que no mês de fevereiro foram 2.403 acessos. “Temos que levar em consideração que o mês de fevereiro tem menos dias úteis para o comércio”, ressaltou Rinaldo José Traskini ao apontar o Carnaval e o mês curto como os motivos para os números menores de acesso. “Não tenho dúvidas de que se fosse um mês normal, teríamos um crescimento mensal”, acredita o dirigente pompeense que acredita ser o melhor mecanismo de proteção contra o crescimento da inadimplência. “Quando o comerciante consulta, ele se protege contra o mal pagador”, defende.

No ano foram 8.016 acessos até o mês de março, diante dos 5.551 acessos realizados no mesmo período do ano passado. “Neste comparativo já mostra o crescimento nos acessos ao SCPC da associação comercial de Pompeia”, comparou Rinaldo José Traskini que defende o uso da consulta como forma de não aumentar a inadimplência da loja. “Eliminar é bem difícil, mas monitorar e administrar o crescimento dos devedores são possíveis”, defendeu o presidente ao lembrar que a consulta é rápida, prática e precisa. “Nosso banco de dados é o mais completo que existe no Brasil e é nacionalizado”, falou ao destacar a importância do lojista acrescentar e excluir os maus e bons pagadores no SCOC da ACE de Pompeia.

De acordo com Rinaldo José Traskini uma vez incluído o mal pagador, o consumidor fica com restrição de crédito em todo o território nacional. “Uma vez com débito nas lojas de Pompeia, o devedor passa a ficar com débito em todas as lojas do Brasil”, enfatizou ao fazer o alerta, pois, nos momentos difíceis que o comércio vem passando, não receber pelo produto ou serviço realizado, piora a situação da loja. “Quando a inadimplência cresce, a loja fica sem recursos para se manter”, apontou ao lembrar que o comerciante é o que mais perde. “Quando vende e não recebe, o lojista paga de imediato a comissão; fica sem o produto e ainda tem que pagar os impostos”, explicou o representante da classe empreendedora de Pompeia.