São Paulo, 29 de Setembro de 2016

/ Economia

Índice de preços ao consumidor acelera alta para 1,41% em março
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Condomínio residencial, tarifa de eletricidade doméstica e gasolina foram os itens que mais influenciaram a subida do IPC-S , de acordo com o levantamento da FGV

 

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou a alta para 1,41% em março, ante alta de 0,97% em fevereiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta quarta-feira (1). Na terceira quadrissemana de março, o IPC-S havia ficado em 1,47%. O indicador acumula altas de 4,16% no ano e de 8,59% em 12 meses.

Das oito classes de despesa analisadas, sete registraram decréscimo em suas taxas de variação de preços na passagem da terceira para a quarta quadrissemana de março: Transportes (1,42% para 0,67%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,83% para 0,70%), Educação, Leitura e Recreação (0,68% para 0,44%), Alimentação (1,09% para 1,02%), Vestuário (-0,22% para -0,33%), Despesas Diversas (0,83% para 0,61%) e Comunicação (-0,06% para -0,07%).

No sentido contrário, registrou acréscimo o grupo Habitação (3,19% para 3,71%).

O grupo Transportes, que reduziu a alta de 1,42% para 0,67% ante a terceira quadrissemana de março, foi o que mais contribuiu para a desaceleração do IPC-S no mês passado, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 4,56% para 1,82%.

Os itens com as maiores influências de baixa foram batata-inglesa (-5,38% para -6,75%), tarifa de telefone residencial (-0,82% para -1,08%), automóvel usado (0% para -0,83%), tarifa de táxi (-1,15% para -1,54%) e costela bovina (0,33% para -2,27%).

Já os cinco itens com as maiores influências de alta foram: tarifa de eletricidade residencial (18,36% para 22,60%), condomínio residencial (4,25% para 4,97%), gasolina (4,56% para 1,82%), refeições em bares e restaurantes (0,86% para 0,67%) e aluguel residencial (0,93% para 0,78%).

Dentre as outras seis classes de despesas que registraram decréscimo em suas taxas de variação de preços, a FGV também destacou o comportamento dos itens artigos de higiene e cuidado pessoal (2,07% para 1,42%) no grupo Saúde e Cuidados Pessoais; passagem aérea (18,96% para 13,59%), em Educação, Leitura e Recreação; hortaliças e legumes (6,24% para 4,00%), em Alimentação; calçados infantis (2,53% para 1,96%), em Vestuário; cigarros (0,49% para 0,05%), em Despesas Diversas; mensalidade para internet (-1,05% para -1,52%), em Comunicação.

 



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