São Paulo, 30 de Setembro de 2016

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Quem faz o seu produto?
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A pergunta parece óbvia, mas sua empresa nunca foi tão importante em um mundo que vive de constantes novidades

Não faz muito tempo, você considerava o aparelho de GPS uma grande novidade no seu automóvel, moto ou bicicleta. Os anos não deram trégua e, rapidamente, o dispositivo tornou-se obsoleto. Engolido pelos celulares e ressignificado pelos aplicativos oriundos da economia do compartilhamento – como o Waze -, ele mostrou o quanto a curva de inovação de produtos e serviços tem durado: rápido, muito rápido.

Para 59% dos brasileiros, segundo a pesquisa Trust Barometer – realizada pela agência de relações públicas Edelman -, o ritmo das inovações no mundo é considerado “veloz demais’. Portanto, um produto chega ao mercado flertando com o fim. Ganham os que chegam primeiro à fila de adoção e perdem os retardatários, pois outras novidades já estão em curso.

Por isso, a longevidade das marcas tornou-se extremamente curta em um panorama mercadológico no qual a efemeridade é a regra. O erro, neste sentido, é fazer com que a empresa deposite suas fichas em apenas um produto ou serviço. Pode ser a solução mais incrível do mundo, mas ela morrerá rápido – e a organização, ao depositar todas as suas fichas em uma só casa, fatalmente perderá.

Diversifique seu portfolio. Crie diversas novidades. Ocupe espaços em branco em frentes variadas. E trabalhe a marca corporativa. Mostre quem é a empresa por trás de todas estas criações. Comunique os princípios, a ética, a cultura organizacional e o comportamento por trás de cada uma delas. Estabeleça um ambiente de confiança e diálogo entre a corporação e todos os seus públicos.

Desta maneira, a empresa será um grande endosso para os produtos e serviços que ela criar – e continuará existindo quando grande parte deles naturalmente morrer.



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